Olá, eu sou o Kiro!

Se você chegou até aqui, provavelmente quer saber quem está por trás das histórias, dos vilões cruéis e das cenas que fazem rir e chorar na mesma sessão. Então, sem mais delongas… quem é o Mestre Kiro?

Minha jornada no RPG começou em 2014, praticamente junto com o lançamento da quinta edição de D&D. Mas meu primeiro contato foi ainda antes, com algo muito mais simples: uma pequena animação chamada "RPG Ninja". Aquilo acendeu uma fagulha.

De repente, eu e meus amigos estávamos criando fichas improvisadas, inventando regras e jogando mesas presenciais totalmente no improviso. Éramos novatos, mas já existia algo ali: a paixão por contar histórias.

Mais tarde, encontrei Rola o Dado, uma aventura narrada pelo Mestre Axecos com a participação do Mestre Gruntar. Aquela maratona virou referência para mim até hoje. Eu não estava apenas assistindo — eu estava aprendendo.

🎙️ Quando eu comecei a narrar

Em 2016, o RPG virou parte da minha rotina. Eu jogava praticamente todos os dias (algo que hoje não recomendo — tudo em excesso vira vício).

Mas foi em 2018 que chegou o grande momento: narrei pela primeira vez. E não foi qualquer sistema — foi Starfinder (que para iniciante não é tão fácil).

Li o livro inteiro, de capa a capa. Queria que meus jogadores se sentissem imersos, envolvidos, vivendo aquele universo de verdade. E a mesa foi um sucesso! Jogávamos pelo Roll20, e mesmo sem ganhar nada com isso na época — recém-entrado na faculdade — eu fazia questão de investir na qualidade da experiência.

Ali eu descobri: narrar era o que eu queria fazer.

🌌 A pandemia e a evolução online

Em 2020, com a chegada da pandemia no Brasil, o mundo parou — mas as histórias continuaram.

Foi nesse período que refinei minha forma de narrar online, conheci comunidades incríveis e mergulhei em diversos sistemas. E foi também quando adquiri meu xodó: o Foundry Virtual Tabletop.

Eu já gostava de descrever cenas. Mas com o Foundry, pude unir narração com trilhas sonoras, efeitos visuais, iluminação dinâmica e ambientação sensorial. A experiência deixou de ser apenas imaginada — passou a ser sentida.

🧙‍♂️ Como eu narro minhas mesas

Hoje, mestro desde fantasia medieval até ficção científica:

  • Dungeons & Dragons

  • Pathfinder

  • Lancer

  • Starfinder

  • E muito mais! (Aperte o botão ali embaixo para ver mais)

Meu foco não é apenas seguir regras — é criar experiências.

Já vi jogadores rirem até doer a barriga.
Já vi
lágrimas sinceras depois de uma cena intensa.
Já vi
ódio verdadeiro direcionado a vilões que eles amavam odiar.

Cada mesa é única. Cada grupo constrói algo que nunca vai se repetir da mesma forma. E é isso que torna o RPG mágico.

Se você leu até aqui, talvez esteja se perguntando como é viver uma dessas histórias.

Eu te convido a descobrir. Abaixo tem um botão com todos os sistemas que já li e narrei, caso também esteja curioso.

Muito obrigado por chegar até o final.
Fique com Deus, que é a base de tudo.
E que os deuses do RPG abençoem suas rolagens.

🎲 Agora… rola iniciativa aí!